Advantages and disadvantages – episode 3

 The days passed and the dog was increasingly ugly. He slimmed down a lot, so that they noticed the bones and its hair needed to be cleaned and brushed. Even the other animals saw and noticed the difference making comments.

– So, dog! It seems you don’t eat for days! – Said a rat passing by.

– You can believe that. I don’t eat for days. – Replied the dog.

Life on the street was also very difficult and laborious was to get food. In addition, the dog passed trough all weather conditions that might exist. He passed by the sun, rain, snow, wind … until the day that he reflected better and decided to give up its freedom to try its luck with its former owner.

– Well, I think I’d rather stay at home. At least I’m better fed and I’m sure certain people and animals will no longer be frightened by my presence. I’m going to my owner.

However, the task was not easy. The dog walked away a lot, but really a lot from its owner and it would take days to get to its home.

– I can even get all tattered, but I am sure that I will be received again.

– Are you sure? – Said an ant that was passing every day and knew the dog.

– If I were you, I’d give up this idea. There’s a big storm there to the side where you want to go.

– Seriously? I had no idea. But still I will. I can not stand having to go hungry and to walk so thin.

– Well, if you say so … I’m not the one to make you change your mind. But be careful. If you are not careful, you can die …

– Do not worry. I will get away and get me solutions to all these obstacles.

– So be it. Good luck and good trip.

– Thank you.

– You’re welcome.

And so left the dog in search of its owner. But as said the ant he had to face many adversities. But he had the help of some animals that intersected with him in his journey. When he had to go through a rain storm and wind, there was a horse that wanted to help him. The two were close to a border and could not pass because of the police.

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Episódio 2

​O cão ficou muito satisfeito. Corria pelas estradas, apanhava banhos de Sol e ladrava sempre que lhe apetecesse, uma liberdade que não tinha quando vivia com o seu dono.

– Assim é que se está bem. – dizia o cão, enquanto lambia calmamente o seu pelo. 

Mas havia algumas desvantagens. O cão deixou de ter comida no prato, quando chovia, não tinha onde se abrigar e não conseguia fugir do Sol quando apertava. 

Passou um ano desde que o cão se fora embora, mas de certa forma, estava arrependido por ter abandonado o seu lar.

– Que pena…Já não tenho festinhas do meu dono há tanto tempo… Quem me dera correr para os braços dele e lambe-lo…Vou tentar regressar a casa. Pode ser que ele me receba…E lá foi o cão todo contente ter com o seu dono. Foi uma longa viagem porque o cão afastou-se muito bdo seu dono. O cão quiz saber o que era a vida mas esta pregou-lhe uma partida e agora sabe que não pode viver sem o seu dono, por isso, fez-se á estrada. – Ainda falta tanto para lá chegar… Vou descansar um pouco. – assim fez o cão. Fez-se noite e estava muito escuro e frio. De repente, o cão ouve  um barulho estranho… – Que barulho é este?! – acordou perturbado o cão. – Se está aí alguem, diga já antes que eu morda! – disse e cão antes de começar a ladrar. O que originou aquele ruído foi um esquilo que passava pela árvore onde o cão se tinha abrigado. – Quem és tu? Mostra-te já! – exigiu o cão. – Calma, calma sou apenas um esquilo a tentar ir para casa. E tu quem és, animal nervoso?

– Não te interessa saberes quem sou. O que tens a fazer agora é deixares-me em paz. 

– Pronto, não é preciso seres antipático, só estou de passagem, apenas queria fazer conversa. 

– Conversa… Muita conversa deu-me o meu dono ao longo de muitos anos…

– Dono? Que dono?

– Como “ que dono”? Não sabes o que é um dono? É a pessoa que manda em nós.

– Pessoa que manda em nós? Nunca! 

– Ah! Já percebi. Tu és um esquilo que anda no meio do mato, por isso é que não sabes o que é ter um dono.

– Pois não, não sei. Mas se tu sabes, diz-me lá, como é ter um humano a mandar em nós?

– Por um lado é bom, mas por outro lado é mau. Temos comida, água, um abrigo e mimos dos nossos donos. Mas parece que não temos liberdade, estamos o dia todo fechados entre quatro paredes, não podemos ir onde nos apetece, quando vamos á rua, é de trela… Mas não sei se isto tem mais vantagens do que desvantagens.

– Bom, eu acho que há mais inconvenientes do que propriamente vantagens. Em primeiro lugar porque tu, como animal, deixas de estar em contacto com a Natureza e em segundo lugar porque deixas de ser livre.

– Pois é, tens razão. Mais vale passar fome e ser livre do que ter a barriga cheia e não poder dar uma volta por aí. 

Na verdade, o cão até estava a pensar em regressar a casa, todavia, a opinião do esquilo fê-lo mudar de ideias. 

Porque escrevo

Escrevi o meu primeiro post porque gosto muito de escrever, em especial para crianças porque é de criança que se cultiva o gosto pela leitura e eu quero não só contribuir para que os mais pequenos criem esse gosto mas também quero transmitir-lhes mensagens e, quem sabe, lições de vida

Vantagens e Desvantagens

Episódio 1

Um cão muito engraçado vivia numa casota. Quando chovia, ele abrigava-se nela e nunca se constipava. Até ao dia em que o seu dono resolveu tira-lo da sua pequena habitação e coloca-lo dentro de casa.

–  Nunca pensei que isto me fosse acontecer. – pensou o cão. – Sempre estive na casota, um espaço só meu, e agora não percebo porque me levam para casa. 

– Agora é que tu estás bem! – exclamou o dono do cão. Posso ter-te em casa e não há razão nenhuma para continuares lá fora. – isso era o que pensava o dono, porém, o cão ficou muito triste, de tal maneira que deixou de comer e de beber. 

– É uma seca estar dentro de casa. –  lamentou o pobre cão. – Não posso apanhar o ar da rua, ladrar quando os outros cães ou pessoas passam… é uma chatice. Nem tenho vontade de comer ou de beber. Mmm…Talvez se eu tentasse escapar daqui para fora…Vou tentar. – e assim fez o cão.

Certo dia, o dono do cão estava a lavar o carro junto á entrada da garagem. – Esta é a ocasião perfeita para me ir embora…- pensou o cão. 

Enquanto o dono do cão estava a lavar o carro com uma mangueira, o cão esgueirou-se do portão do jardim para fora e começou a correr a toda a velocidade para que ninguém desse conta que ele estava a fugir. 

– Mas que raio! Onde é que se meteu o cão?- perguntou o dono do cão bastante irritado. – Dei-lhe o conforto do meu lar e agora agradece-me assim? Onde é que já se viu uma coisa destas?

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